Uma homenagem ao legado de um dos maiores poetas da música popular brasileira
Duas vozes, dois tempos,
uma mesma herança.
O legado de Luiz Melodia, agora pela voz de Nath Rodrigues e pelos arranjos inéditos de André Oliveira.
Pérola Negra coloca em confluência dois universos afins: a poética visionária de Luiz Melodia e a musicalidade contemporânea de Nath Rodrigues. Cantora, compositora e multi-instrumentista mineira, ela carrega na voz a mesma potência afro-brasileira que marcou a obra do poeta do Estácio.


Compositor, cantor e poeta. Uma obra que atravessa o samba, o soul, o bolero, o jazz e o rock, sempre falando de amor, cidade, identidade, afeto e resistência. Pérola Negra, Codinome Beija-Flor, Magrelinha: canções que permanecem vivas no imaginário cultural brasileiro.
Voz singular da nova MPB, de sonoridade brasileira-jazzy-pop que funde violino, berimbau, erudito e popular. +1 milhão de streams, turnês pela Europa, SXSW e América do Sul. Sua leitura do repertório de Melodia nasce de imersão: não tributo, mas diálogo.
Mas quem não pisa na terra
Mistério da Raça · Luiz Melodia e Ricardo Augusto
não sente o chão.
Pérola Negra é um espetáculo visceral que celebra o legado de Luiz Melodia. Não é cover band nem tributo nostálgico: é uma recriação artística. Nath Rodrigues revisita o repertório do mestre com arranjos inéditos criados por André Oliveira, que fundem violão, guitarra, baixo, percussão e sopros, evocando a poética do Estácio com o frescor da nova MPB.
O projeto nasce de uma afinidade profunda. Nath, artista negra e mineira, encontra em Melodia, carioca do Estácio, um espelho poético. Ambos falam de liberdade, afeto, pertencimento e resistência. A releitura feminina amplia os sentidos da obra e renova a memória da canção brasileira.
Profundidade artística e alcance popular numa combinação rara, feita para festivais, temporadas e projetos de circulação.
Cada canção reinterpretada com identidade própria. André Oliveira assina os arranjos que dão nova vida sonora ao repertório de Melodia.
Até 90 minutos de espetáculo com banda completa, uma experiência que privilegia a escuta, a palavra e a emoção.
Em 2027 completam-se dez anos sem Luiz Melodia, e sua obra segue mais viva do que nunca. O projeto se posiciona como referência artística na tarefa de manter esse legado pulsante.










Um mergulho na obra de Luiz Melodia, dos clássicos reconhecíveis às pérolas mais poéticas, em arranjos inéditos que respeitam a essência do compositor e trazem novos timbres, nuances e interpretações.

Repertório e ordem em construção, sujeitos a ajustes conforme a dramaturgia de cada apresentação.








Pérola Negra estreou no Palco SESC do Festival de Arte Negra, um dos mais importantes festivais de cultura negra do país. Foi a abertura da narrativa do projeto e o momento de captação do material audiovisual que agora alimenta toda a estratégia de circulação 2026 · 2027.
O espetáculo em sua forma plena, seis músicos em cena, com a riqueza harmônica e timbrística que os arranjos exigem.
Versão acústica e intimista. Arranjos pensados especialmente para configurações menores, casas de show, saraus e palcos secundários.
Captação de Caê Aiman · Festival de Arte Negra 2026
Em 2027 completam-se dez anos sem Luiz Melodia. O projeto se constrói não para marcar uma ausência, mas para reacender sua obra e apresentá-la a novas gerações, como referência cultural desse reencontro, da estreia em BH, em 2026, ao seu ponto alto em 2027.
Estreia realizada do projeto Pérola Negra no FAN de BH. Abertura da narrativa e captação do material audiovisual que alimenta toda a estratégia de prospecção 2026 · 2027.
✓ RealizadoO material do FAN alimenta este pitch e abre negociações para a temporada 2027. A prospecção é ampla: Sesc, teatros, eventos culturais, festivais independentes, mostras de cinema, entre outros.
Em andamentoCom o material do FAN e a agenda em construção, Pérola Negra entra em circulação em 2027, levando o legado de Luiz Melodia a novas praças e públicos por festivais, teatros, Sescs e centros culturais.
Em construçãoDez anos após a partida do poeta do Estácio, sua obra segue pulsante. Pérola Negra chega a esse momento com material, agenda e narrativa consolidados, posicionado como referência artística na manutenção desse legado.
Marco Cultural · 2027









Cantora, compositora e multi-instrumentista negra e mineira. Três lançamentos, Fractal (2019), Fio (2022) e o EP Comer da Maçã (2025, com músicos do UAKTI). Carreira construída com integridade artística, virtuosismo instrumental e presença de palco inconfundível.
Dividiu cena com Chico César, Luedji Luna, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê e Titane. Passou pelo SXSW (Austin), Itália, França, Portugal, Suíça, Argentina e Colômbia.
Para propostas de shows, festivais, temporadas ou parcerias, entre em contato com a produção do projeto.